Di Maria ‘culpa’ o vento por empate diante do Corinthians na Libertadores
Em partida válida pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores da América, que finalizou em um empate sem gols O principal nome do elenco do Rosario...
Em partida válida pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores da América, que finalizou em um empate sem gols
O principal nome do elenco do Rosario Central, o meia-atacante Ángel Di Maria afirmou que o vento acabou atrapalhando a equipe na Argentina durante o empate sem gols diante do Corinthians disputado na última quinta-feira (13), em partida válida pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores.
Di Maria fez uma análise sobre a atuação da equipe. O campeão mundial com a seleção argentina explicou a dificuldade do time para criar situações de gol na primeira etapa da partida.
O craque elogiou o desempenho apresentado pelo Corinthians, mas crê que o Rosario foi melhor e tem condições de avançar para a próxima fase. “O primeiro tempo foi difícil para nós por causa do vento, mas ainda assim criamos chances”.
Em busca da classificação
“Jogamos muito bem. É a Libertadores, as oitavas de final, você tem na sua frente um adversário com muita qualidade, que joga um bom futebol, mas acho que fomos superiores”, destacou o craque.
Di Maria apontou que o Rosario fez uma boa partida na sua avaliação e ressaltou que a equipe merecia ter saído com um resultado melhor de campo. “Jogamos uma grande partida, tenho orgulho do jogo que fizemos. Eles ficaram no 0 a 0 aqui, nós podemos fazer gols lá. Vamos fazer o nosso melhor para avançar. Merecíamos muito mais do que tivemos”.
De olho no jogo de volta
Jorge Almirón, técnico do Rosario Central, avaliou o Corinthians após a partida. O comandante destacou a qualidade do time brasileiro, mas apontou que não espera mudanças no estilo de Fernando Diniz para o confronto decisivo.
“Temos que jogar do mesmo jeito lá. Eles não vão mudar o caminho, o jeito de jogar, sempre vão sair jogando por baixo. Faltou definirmos melhor, termos mais mira. A intenção era sempre pressionar alto. Contra um oponente com uma força muito grande, isso vale muito. Eles quase nunca vieram até nós, não chutavam para o gol”.